Moradores Registram ‘INVASÃO’ de OVNIs no Interior do Pará: ‘Estamos Assustados’; Veja os Vídeos

Moradores Registram ‘INVASÃO’ de OVNIs no Interior do Pará: ‘Estamos Assustados’; Veja os Vídeos

25/02/2023 0 Por jk.alien

As imagens foram publicadas no Twitter e logo ganharam a internet. No vídeo é possível observar os objetos emitindo um tipo de fumaça ao longo do trajeto e seguindo entre as nuvens.



Ufólogo Comenta

O Ufólogo Frederico Morsch comentou os três vídeos. “O primeiro objeto do primeiro vídeo parece muito com um satélite pela forma com que se locomove. Pode ser observado um efeito de reflexo, principalmente pela velocidade constante e pelo padrão de direção reta”.

Morsch ainda analisou a natureza mais intrigante dos outros. “O segundo é o mais intrigante. Bem estranho, não saberia dizer com precisão o que seria, precisaria de uma pesquisa maior, levando em conta as condições e o local da gravação. Os objetos estão muito baixos também”, disse.

“No terceiro vídeo, também muito intrigante, o objeto faz um movimento que não é de satélite”, complementou o especialista.

Casos de Óvnis já foram investigados oficialmente no município de Colares, região nordeste do Pará, durante a Operação Prato, em 1977, o que  também assustou os moradores de Cametá pela semelhança dos objetos no céu.

Operação Prato

Durante o ano de 1977, na ilha de Colares, no Pará surgiram misteriosas luzes que supostamente penetravam na pele das pessoas e deixavam marcas de queimaduras de primeiro grau.

Para solucionar a situação, à época, a 2ª Seção do COMAR (Comando Aéreo Regional) da FAB (Força Aérea Brasileira) do Pará, enviou militares para investigar os avistamentos, o que ficou conhecido como operação Prato.

Durante a operação, que durou quatro meses, militares teriam relatado experiências e avistamentos destes objetos. A partir de 1981, o chefe da operação, Capitão Uyrangê Hollanda, decidiu contar tudo o que testemunhou durante sua estadia em Colares.

Imagem do relatório oficial da operação Prato – Foto: Arquivo Nacional/Reprodução/ND

Após anos de pedidos dos ufólogos brasileiros, a FAB permitiu o acesso ao dossiê e as fotos tiradas pelos militares durante a operação. Hoje é possível encontrar os arquivos pelo código “BR DFANBSB ARX” no AN (Arquivo Nacional).

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