A Arca de Noé Era um Laboratório de DNA e o Dilúvio NÃO Foi Natural

A Arca de Noé Era um Laboratório de DNA e o Dilúvio NÃO Foi Natural

20/02/2023 0 Por jk.alien

Temos provas de que a história da Arca de Noé é real, basta olhar para qualquer uma das 250 cidades inundadas sob o Mar Negro. Eles não foram construídos lá debaixo d’água, foram inundados e isso é fato.

Há também uma tonelada de edifícios inacabados que comprovam essa teoria. Você pode encontrá-los no Peru, Escócia, Malta, Egito e em qualquer outro lugar do planeta. Mas quem causou essa inundação, para começar?

O Mahabharata, por exemplo, entre muitos outros textos sagrados hindus, fala de uma antiga civilização de pessoas que tinham máquinas voadoras e causaram todos esses eventos cataclísmicos na Terra.

Há até provas de uma bomba atômica acontecendo, tanto na vida real quanto no Mahabarata. Lembre-se dos antigos bunkers que discutimos em um artigo anterior.

Já descobrimos cadáveres com posições típicas de locais de explosão, com vários furos pela suposta explosão e até sinais de radiação onde não deveria haver radiação.

Do ponto de vista do cristianismo, Deus é o culpado pelo dilúvio, mas quem é Deus realmente? Para muitas religiões, Deus é de natureza extraterrestre. Ele é retratado vindo do céu e nos governando com incrível poder e inteligência.

De que outra forma todas essas civilizações antigas saberiam dos mesmos seres que vieram do céu e os governaram nos tempos antigos? Acreditamos que o Grande Dilúvio não foi um fenômeno natural, foi induzido. E a Arca de Noé era na verdade um banco de DNA, um laboratório de DNA. Pense nisso.

A mesma coisa que criamos até hoje, em 2008, na ilha ártica de Svalbard, foi construído um cofre para armazenar as sementes de centenas de milhares de plantas no caso de uma catástrofe global.

Em outros lugares, esforços semelhantes estão em andamento para armazenar DNA animal e humano também. Ciência de ponta ou apenas história se repetindo. Além disso, pesquise O Projeto Arca Congelada. Assista ao vídeo a seguir e vamos debater isso. 

VÍDEO: