⚠️ Em entrevista à GloboNews, Celso Amorim,assessor do presidente Lula, disse que o Brasil precisa se preparar para possíveis consequências do conflito entre Irã
03/03/2026
Em entrevista à GloboNews nesta segunda-feira (2 de março de 2026), Celso Amorim, assessor especial da Presidência, afirmou que o Brasil deve “se preparar para o pior” diante da escalada do conflito envolvendo o Irã, os Estados Unidos e Israel no Oriente Médio. Instagram +1
As principais declarações e preocupações manifestadas por Amorim incluem:
- Risco de Alastramento: O embaixador alertou para o “aumento vertiginoso das tensões” e o risco real de o confronto se espalhar por outras áreas da região.
- Crítica a Assassinatos Políticos: Classificou como “condenável e inaceitável” a morte de um líder em exercício (referindo-se ao ex-presidente iraniano/líder local em ataques recentes), ressaltando que “ninguém é juiz do mundo”.
- Instabilidade Regional: Destacou que o Irã fornece armamento a grupos em outros países, o que pode ampliar a instabilidade caso o conflito escale.
- Postura Diplomática: Defendeu que a negociação é o “único caminho viável para a paz” e que o governo brasileiro busca equilíbrio para manter o diálogo sem perder a credibilidade internacional.
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Possíveis Consequências para o Brasil
Especialistas e o próprio governo monitoram impactos diretos em áreas estratégicas:
- Economia e Inflação: O agravamento pode gerar volatilidade no preço do petróleo e afetar a inflação e os juros no Brasil.
- Exportações: O conflito ameaça o escoamento de produtos como proteína animal, milho e soja para o Oriente Médio, mercado que é um grande comprador de alimentos brasileiros.
- Segurança de Brasileiros: O Itamaraty emitiu alertas para que brasileiros evitem viagens a países afetados pela escalada da guerra na região.
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Para mais detalhes, você pode acompanhar a cobertura completa no G1 Política ou no portal da CBN.


