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Usando imagens de satélite, o gigante Nephilim foi descoberto nas montanhas da Patagônia
09/03/2024
Na tapeçaria de mitos que abrangem o nosso mundo, histórias de seres colossais – gigantes – parecem ressoar com uma consistência assustadora. Mas e se esses titãs não fossem meras invenções da imaginação, mas remanescentes de uma sociedade oculta? Um grupo clandestino que se escondia sob a expansão urbana, mas escalou os picos mais elevados, como as montanhas da Patagônia, o limite da América do Sul embalada pela Argentina e pelo Chile.
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Os sussurros desses gigantes enigmáticos remontam à década de 1520. Fernão de Magalhães, na sua busca para navegar pela costa sul-americana, pode ter tropeçado em mais do que apenas territórios desconhecidos. Contos dos ‘patagones’ ou gigantes da Patagônia chegaram aos seus ouvidos, entrelaçando sua viagem com mistério.
Será que ele encontrou o imponente Tehuelche? Embora esses povos indígenas fossem inegavelmente altos, algumas lendas narram histórias desses gigantes que os superavam, com alturas impressionantes de 3,6 a 4,5 metros.
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Um curioso mapa de 1562 de Diego Gutiérrez oferece outra pista intrigante. Retrata o povo Didanum, interligado com os míticos Nephilim e Rephaim. Enquanto os cépticos consideram estas histórias como meras fábulas, as imagens de satélite da extensão patagónica sugerem o contrário.
Uma olhada nas imagens do Google Earth revela uma figura enigmática, com uma estranha semelhança com um humanóide gigante. Embora a clareza deixe muito a desejar, características discerníveis como o rosto, os membros e até os dedos sugerem uma verdade maior. (Consulte a imagem ampliada acima.)
Roger, natural de Kansas City, oferece um passo a passo esclarecedor dessa descoberta no vídeo que acompanha.
Aventure-se no Google Earth nas coordenadas: 54°50’32.78″S 69°21’57.08″W e deixe-se guiar pela sua curiosidade.