Trump revela seu próximo alvo e faz um alerta assustador: “eles cairão em breve”

Trump revela seu próximo alvo e faz um alerta assustador: “eles cairão em breve”

07/03/2026 0 Por jk.alien

As tensões internacionais ganharam um novo capítulo depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugeriu que outro país poderia se tornar alvo da política externa norte-americana. A declaração ocorreu poucos dias após uma série de ataques militares realizados por forças dos Estados Unidos e de Israel contra instalações no Irã.

Os bombardeios começaram em 28 de fevereiro, após o fracasso das negociações entre Washington e Teerã sobre o programa nuclear iraniano. Vários locais estratégicos foram atingidos durante a ofensiva.

Entre as consequências mais dramáticas do ataque está a morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei. Com isso, o país iniciou um processo interno para escolher quem assumirá o cargo mais poderoso da estrutura política e religiosa do Irã.

Mesmo com a situação ainda em desenvolvimento no Oriente Médio, Trump voltou a chamar atenção ao mencionar outro país durante uma entrevista à CNN na manhã de sexta-feira.

Segundo ele, esse novo foco estaria muito mais próximo do território norte-americano. “Cuba vai cair muito em breve, aliás. Eles querem fazer um acordo desesperadamente”, afirmou Trump durante a entrevista.

O presidente acrescentou que pretende colocar o senador Marco Rubio para lidar diretamente com o tema. “Eles querem fazer um acordo, então vou colocar Marco lá e veremos como isso funciona. Estamos muito focados nisso agora, temos tempo, mas Cuba está pronta depois de 50 anos.”

Trump também afirmou acompanhar a situação da ilha há décadas. “Tenho observado isso há 50 anos e caiu no meu colo por causa de mim. Caiu no colo, de qualquer forma. E estamos indo muito bem.”

A relação entre Estados Unidos e Cuba é marcada por décadas de tensão política, econômica e militar. A ruptura começou em 1959, quando a revolução liderada por Fidel Castro derrubou o ditador Fulgencio Batista, que era apoiado por Washington. A mudança de regime transformou a ilha em um dos principais pontos de atrito entre os dois países.

Tentativas de reverter a revolução também agravaram o conflito. Em 1961, uma operação apoiada pelos Estados Unidos tentou derrubar o novo governo cubano através de uma invasão conhecida como Baía dos Porcos. A ação fracassou e fortaleceu politicamente o governo de Castro dentro do país.

Outro episódio histórico ocorreu em 1962, quando a União Soviética instalou mísseis nucleares em Cuba. A descoberta levou a uma crise internacional entre Washington e Moscou que colocou o mundo à beira de um confronto nuclear.

Durante décadas, os Estados Unidos mantiveram um embargo econômico contra a ilha, restringindo comércio e investimentos. A política foi criticada diversas vezes por resoluções aprovadas nas Nações Unidas.

Mudanças começaram a aparecer apenas em 2015, nos últimos anos do governo de Barack Obama. Naquele período, algumas restrições de viagem foram flexibilizadas e licenças para importações e exportações passaram a ser concedidas com mais facilidade.

Esse movimento gerou uma aproximação diplomática entre os dois países e aumentou a presença de turistas e investimentos estrangeiros em Cuba.

No entanto, a política voltou a mudar após a eleição de Donald Trump em 2016. Em 2017, o governo norte-americano restabeleceu diversas sanções e reforçou novamente o embargo econômico.

Durante o segundo mandato presidencial, iniciado anos depois, novas restrições foram ampliadas em 2025.

Enquanto isso, a tensão com o Irã continua no centro da política externa norte-americana. Em uma publicação recente na rede Truth Social, Trump deixou claro qual seria sua posição diante do país do Oriente Médio.

“Não haverá acordo com o Irã, exceto rendição incondicional”, escreveu o presidente. Ele acrescentou que, após a escolha de uma nova liderança no país, os Estados Unidos e aliados pretendem ajudar na reconstrução econômica iraniana. “Depois disso, nós e muitos de nossos aliados e parceiros muito corajosos trabalharemos incansavelmente para trazer o Irã de volta da beira da destruição, tornando sua economia maior, melhor e mais forte do que nunca.”