Pesquisadores descobriram antigo reator nuclear na África, que teria 1,8 milhão de anos

A descoberta é tão incrível quanto o título sugere. Isso foi feito por um pesquisador de urânio francês não identificado que estava trabalhando no depósito de Oklo do Gabão, para onde uma ex-colônia francesa se mudou para estudar o lado ocidental equatorial da África.

Foi aqui que o pesquisador realmente se deparou com essa estranha descoberta ao escanear três tipos diferentes de urânio ao mesmo tempo. Ele já vinha trabalhando nisso há bastante tempo e, assim como tudo parecia normal para ele, enquanto estudava o urânio 238, 234 e 235, a mais estranha das revelações veio a ele.

O componente de urânio 235 estava completamente desligado, pois tinha apenas 0,717 da pureza de uma peça comum, o que implicaria que foi criado artificialmente de alguma forma.

Então ele foi ao local onde viu que não era o único a ter sido retirado daquela área, já que um total de 200 kg de urânio foram descobertos de lá até o momento.

Havia apenas uma explicação real para tudo: um antigo reator nuclear deve ter existido aqui nos tempos antigos, o que fez com que todo o urânio se formasse depois que caiu e foi engolido pelo solo.

Acredita-se que este reator tenha datado de mais de 1.800 milhões de anos atrás, de acordo com os especialistas, e de acordo com ele este reator também esteve ativo por mais de 500.000 anos antes de ser abandonado por quem o usava nos tempos antigos.

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