Para Musk, humanos poderão viver em uma grande redoma de vidro em Marte

Marte: vida fora da Terra poderia ser, inicialmente, dentro de colônias espaciais gigantescas (Steven Hobbs/Stocktrek Images/Getty Images)

Elon Musk quer criar uma colônia e ter leis próprias em Marte. Mas isso não será feito sem uma grande estrutura. O empresário deu mais detalhes sobre o plano para permitir que humanos possam se estabelecer no planeta vizinho à Terra. Desta vez, o executivo que comanda a SpaceX informou que a ideia é de que sejam construídas gigantescas estruturas, semelhantes a redomas de vidro, para criar condições de vida semelhantes à de nosso planeta.

O plano é de que essas estruturas possam permitir que até 1 milhão de pessoas possam habitar Marte até o ano de 2050. As redomas seriam necessárias para prover o oxigênio necessário, controlar a pressão e a gravidade, além de, claro, permitir um controle de temperatura. A temperatura em Marte varia entre -125 graus até 22 graus Celsius.

A informação foi compartilhada por Musk em um tweet em que respondeu um usuário brasileiro sobre como seria a vida em Marte. O empresário sul-africano também disse que “eventualmente, o planeta iria adquirir características para suportar a vida, como a Terra”. Quando isso acontecer, a redoma não seria mais necessária para abrigar a vida humana em Marte.

Este tipo de mudança proposital, entretanto, é improvável de acontecer. Uma pesquisa científica aponta que seriam necessárias a explosão de 3.500 ogivas nucleares por dia para que pressão atmosférica marciana chegasse em níveis respiráveis próximos aos da Terra e que as calotas polares congeladas derretessem liberando dióxido de carbono.

E há um porém: todas essas explosões nucleares aumentariam consideravelmente o nível de radiação na superfície do planeta, o que poderia deixa-lo inabitável em outros aspectos. Para entender melhor, basta observar o que houve com Chernobyl, a cidade ucraniana que sofreu um acidente nuclear em 1986.

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