Os cientistas finalmente resolveram o mistério de Déjà Vu, veja:

Déjà vu é a palavra francesa que significa “já visto”. Refere-se àquele sentimento que você tem quando acredita de todo o coração que já encontrou aquele momento antes, que está experimentando algo duas vezes.

É difícil de explicar, mas é provável que você já tenha encontrado isso considerando um estudo recente de Alan S. Brown, que concluiu que mais de dois terços da população do planeta já havia experimentado o Déjà vu de uma forma ou de outra.

Apesar do fato de que muitas vezes é lamentado como um incidente sobrenatural no qual, por exemplo, sua mente se conecta com a sua mente de um universo paralelo, a verdade pode ser mais simples do que isso.

O cientista que decifrou o código por conta própria se chama Akira O’Connor e ele o fez simplesmente imaginando o cérebro como um computador.

Ele tinha 21 voluntários para seu experimento e, segundo ele, os resultados foram claros. Nosso cérebro armazena memórias de longo prazo dentro de um bolso e memórias de curto prazo dentro de outro bolso.

Geralmente podemos acessar as memórias de curto prazo por capricho, mas não podemos fazer o mesmo com as memórias de longo prazo. Também geramos memórias falsas de vez em quando, inconscientemente.

Cada vez que nosso cérebro percebe o fato de que as memórias são falsas, ele traz à tona uma memória de longo prazo que discorda completamente da memória falsa, temporariamente nos fazendo sentir como se tivéssemos visto essa memória exata antes, quando na verdade as duas memórias estão colidindo, corrigindo um outro.

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