O que de fato ocorreu com a famosa Operação Prato?

O que de fato ocorreu com a famosa Operação Prato?

26/06/2020 0 Por universo4alien

Umas das mais intrigantes e robustas operações da história ufológica a chamada Operação Prato, ainda deixa inúmeras incertezas mesmo tendo sido encerrada e arquivada há mais de 40 anos, gerando muitos debates e também polêmicas sobre o assunto.

operação prado

A chamada Operação Prato, a qual foi elaborada de forma extremamente secreta pela (FAB) Força Aérea Brasileira em águas fluviais do Pará, no ano de 1977, foi uma investigação realizada por agentes militares a fim de oferecer respostas sobre um determinado UFO que estava atingindo muitas pessoas.

O objeto era representado por um formato de esferas de luz que ganhou o nome pelos ribeirinhos de “chupa-chupa” e também “luzes vampiras”.

Esse determinado UFO, segundo relatos, fazia a emissão de raios e feixes de luz contra as pessoas, semelhante a luzes emitidas por laser, através dos quais extraíam sangue dos atingidos.

Dezenas de casos foram divulgados, principalmente em ilha de Colares, que fica a cerca de 80 km de Belém, considerado o local mais afetado, o qual acabou resultando em quatro óbitos de forma inexplicável.

A Operação Prato a qual foi descrita por diversas edições das principais revistas do país, segue sem mais confirmações desde os últimos boatos que foram gerados em meados dos anos 80, porém desde aquela época centenas de documentos sobre a origem da Operação Prato, foram capas de jornais em todo o país e no mundo.

Imagem de possível OVNI na cidade de Colares, no Pará.
(imagem da Wikipedia)

No ano de 1997, ou seja, 20 anos depois, novas informações vazaram a respeito da missão militar, onde o coronel Uyrangê Hollanda quem comandou a investigação, resolveu abrir algumas informações.

Segundo o militar, a Aeronáutica chegou a tomar posse de mais de 500 fotografias de OVNIS como também sondas ufológicas. No total são mais de 16 horas de filmagens como também centenas de depoimentos relatados por algumas vítimas, totalizando mais de 2.000 páginas.

Hollanda iniciou sua função como comandante dentro da operação de forma desconfiada e acabou, alguns meses depois, mantendo contatado com ETs, uma grande relevância na época já que ele se tratava de um militar em posição de destaque diante de um dos maiores postos da Aeronáutica no país, o COMAR I, sendo considerado como uma testemunha de renome.

O coronel Hollanda ainda afirmou que essa operação tratava-se de algo extremamente significativo e que jamais teria ocorrido algo similar dentro da história da Ufologia, isso porque a determinada missão militar, tinha como seu principal objetivo tentar contato com as inteligências designadas pelo chupa-chupa ou seja, uma iniciativa de caráter oficial de pesquisa ufológica, com o maior propósito em entender a natureza das inteligências por trás do UFO, tentando ainda estabelecer o contato com elas.

Seu primeiro contato com um extraterrestre veio ocorrer na segunda quinzena do mês de dezembro de 1977, momento onde a Operação Prato já possuía muitos registros documentais. Ele estava em uma pequena embarcação de alumínio no Rio Guajará-Mirim com um de seus homens, no momento em que os dois avistaram um UFO com formato cilíndrico que tinha ao menos 100m em seu comprimento total. O UFO emitia uma espécie de chiado e ficou suspenso nos ares em uma posição vertical a cerca de 2 metros do chão em direção a margem oposta do rio.

Gráfico das aparições
(imagem da Wikipedia)

Segundo Hollanda, uma porta veio a se abrir na parte superior do UFO onde uma criatura saiu do objeto. Sua vestimenta era composta por um macacão e capacete, ambos de cor branca, quando a criatura desceu flutuando se pondo em frente aos 2 homens, os dois ficaram atônitos. “Tínhamos a impressão que a criatura queria que nós o víssemos e soubéssemos que ele estava ciente de nossas atividades naquele local”, confessou ele. Momentos depois a criatura voltou para o objeto voador e desapareceu.

Colares, Local de observação do registro 4 – Registros de Observações de OVNI – I COMAR.
(imagem da Wikipedia)

Alguns anos mais tarde em 2008, um volume considerável de informações foram também divulgadas por meio do brigadeiro José Carlos Pereira, que foi o ex-comandante do Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro e considerado também como uma pessoa de grande destaque dentro do meio militar brasileiro, ocupando diversos cargos de prestígio no Brasil.

Em nota as principais revistas, Pereira emitiu a seguinte informação: “Está mais que na hora de revelar todos os segredos ocultos sobre os discos voadores”. Ele ainda concluiu que até aquele momento não existia ainda conhecimento, em lugar algum do planeta a qual tivesse obtido grande quantidade de documentos impressionantes como também resultados de forma oficial e conduzida por militares em missão de modo a executá-la.

Todos os militares que fizeram parte da famosa Operação Prato já morreram, inclusive o capitão Hollanda. Segundo o centro de informações da Aeronáutica, todas as informações relativas à Operação Prato já vieram ao conhecimento de todos da época e foram disponibilizadas ao público nos dias de hoje, porém pesquisadores acreditam e afirmam que muitas coisas ainda estão em segredo sem serem divulgadas por completo.

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