Misteriosas esferas de fogo aterrorizam moradores do agreste pernambucano

O aparecimento de misteriosas esferas de fogo tem aterrorizado moradores de uma pequena cidade do agreste pernambucano. A informação é do site NE 10 Interior.

De acordo com o site, há muito tempo a população de Cupira, cidade localizada há 160 km da capital, Recife, vive aterrorizada com as aparições. Pessoas de todas as idades já teriam visto as tais bolas de fogo.

Alguns acreditam tratar-se fenômenos óvnis por conta das aparições serem sempre perto de plantações, teoricamente os locais preferidos de extraterrestres.

Outros acreditam que são almas de moradores que não conseguiram encontrar descanso após a morte.

Testemunhas viram as esferas de fogo

De acordo com o agricultor Adeildo Manoel, uma das testemunhas, elas começam pequenas, mas vão aumentando e ficam gigantes. “Eu já vim um bocado. Ela fica andando e não mexe com ninguém”, contou.

Segundo o site NE10 Interior, algumas pessoas não têm medo, já outras ficam apavoradas com as aparições.

O aposentado Hermes Gouveia é um deles. Ele conta que ficou assombrado quando viu pela primeira vez. “Deu vontade de correr, mas eu estava com um camarada e ele disse ‘não corre não rapaz, deixa, não faz medo não’”, relembrou.

O momento em que os moradores da zona rural mais costumam ver as tochas é quando estão reunidos em frente de casa conversando.

Esferas de fogo também na cidade

E apesar da maioria dos avistamentos ser na zona rural, uma costureira da cidade chamada Josefa Creuza alega ter visto as bolas de fogo também na área urbana.

Ela conta que certa noite, quando ia para a casa da irmã, por volta das 21 horas, viu duas bolas de fogo na estrada.

“Até então eu pensei que era alguém que tinha tocado fogo nos matos. Aí eu fiquei olhando, curiosa, só que do nada elas se afastavam e depois se juntavam de novo. Elas foram se batendo uma na outra, depois foram crescendo e depois sumiram”, contou.

Assustada, ela voltou correndo para casa.

Por fim, um radialista chamado Airton Lira lembra que cresceu ouvindo as histórias do pai sobre as tais esferas. “Eu lembro que meu pai me chamava, chegava à noite e dizia: ‘vamos olhar, ela já está ali’”, lembra.

“A gente ficava olhando. Elas começavam a se juntar, bater uma na outra. Eu vi muitas vezes”, garantiu.

Mas, apesar das especulações sobre as tais esferas, até o momento nenhuma explicação razoável foi dada sobre os avistamentos.

FONTE

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