Descoberta de uma Pirâmide submergida no mar na região do Triângulo das Bermudas?

Essas estranhas estruturas piramidais submarinas que se encontram a uma profundidade de dois mil metros foram identificadas mediante ajuda de um sonar na região do Triângulo das Bermudas, segundo as afirmações do oceanógrafo Dr. Verlag Meyer. Os estudos de outras estruturas como Tonaguni no Japão moderno tem permitido aos científicos determinar o impressionante que são dois pirâmides gigantes, parecem, que constituídas de algo semelhante a um cristal muito espesso – ambas são maiores que a pirâmides de Koops no Egito.


Recentemente, científicos norte-americanos e franceses, assim como de outros países, que estão levando a cabo buscas nas áreas do fundo do mar no triângulo das Bermudas, afirmam ter encontrado uma pirâmide em pé, em posição vertical, sobre o fundo do mar, nunca antes descoberta.
 O comprimento da base dessa pirâmide alcança os 300 metros, 200 metros de altura, e a distância desde a base até a ponta da pirâmide fica a 100 metros por cima do fundo do mar. 
Segundo os estudos preliminares mostram que a estrutura seria de cristal ou de um material semelhante ao cristal, já que é completamente lisa e na parte transparente.


Há respeito ao seu tamanho, essa pirâmide recém redescoberta seria de maiores dimensões que as pirâmides do antigo Egito.
Em cima da pirâmide existem dois buracos muito grandes,  segundo eles a água do mar flui a uma grande velocidade, criando fortes ondas massivas das águas que esta em volta, e a bruma na superfície do mar.
Esse novo descobrimento levou aos científicos a perguntar-se se esse fenômeno afeta de alguma maneira os barcos, navios e aviões, e se poderia ser a causa do mistério que rodeia a região.   

CONSTRUÍDA SOBRE TERRA E PERDIDA DURANTE A ÚLTIMA INVERSÃO DOS POLOS 

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 Vários estudioso ocidentais afirma que a pirâmide no fundo do mar tem sido inicialmente construída sobre a terra de um continente, e que um devastador terremoto sacudiu e mudou sua paisagem completamente.
Outros científico argumenta que, faz uns a centenas de anos, as águas da área do Triângulo das Bermudas podem ter sido o pilar das atividades dos habitantes da Atlântida, e as pirâmides no fundo do mar podem ter sido utilizados para armazenar suas provisões.


Talvez esteja relacionadas com a raça submarina de humanoides descoberta no Estado de Washington de 2004 – seres chamados “monos-aquáticos”?
Com o tempo, um estudo mais detalhado proporcionará resposta que pelo momento são difíceis de imaginar. Os científicos, depois processar os dados, chegado a conclusão de que a superfície deve ser perfeitamente lisa, para ter essa aparência de cristal o gelo. O tamanho das pirâmides é quase três vezes o tamanho das pirâmides de Keops. Dessa sensacional noticia se falou em uma conferência na Flórida, e inclusive foram informados os jornalistas locais da cidade.

Os jornalistas que estiverem presentes dispõem de uma grande quantidade de imagens e dados computorizadas de alta  resolução, que mostram pirâmides em três dimensões perfeitamente lisas, descobertas, cuja superfície está livre de resíduos ou alga ou rachaduras.

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  Também se suspeita que o triângulo das Bermudas e a região onde supostamente se encontrava a pirâmide podia ter sido uma espécie de “terra santa” protegida pelos lendários atlantes – de maneira que todo o que cruzava sobre o lugar era considerado uma oferenda.


Outros presumem que a pirâmide podia atrair e acumular os raios cósmicos do chamado “campo de energia” ou “vazio quântico”, e que podiam ter sido utilizadas como uma planta de energia atlante (ou de quem vivesse nessa época). Com o mistério que ainda rodeia as pirâmides do Egito, e de fato de que as estruturas piramidais parece encontrarem-se em quase todas as culturas antigas, será difícil determinar com certeza a origem dessa estrutura ou se existe de verdade. 

SERÁ QUE É VERDADE OU FALSO?

“Isso não parece muito realista”, disse Calvin Jones, da Divisão Estatal de Recursos Históricos da Flórda. “Matenho sempre a mente aberta já que sempre aprendemos coisas novas. A ideia de uma estrutura piramidal, e muitos menos feitos de cristal, embaixo á mais 10 pés de distância – as possibilidades são mais ou menos uma em um milhão”.


Jones disse que se tratará de um encontro arqueológico genuíno, a pirâmide teria que ter sido construída entre o ano 10.000 A.C e 6.000 a.C quando a plataforma continental não estava coberta pela água, disse Chisholm.
Arqueólogos da Flórida concordam com ele em quanto ao período de tempo, mais não no que respeita outras argumentações de seu grupo. 
O professor Glen Doran, antropólogo da Universidade Estatal da Flórida, disse que as pirâmides mais primitivas do Oriente próximo datam cerca de 4.000 A.C e que todas as pirâmides do Novo Mundo são posteriores ao 1 D.C. Por tanto qualquer estruturas desse tipo que se encontre a frente as coisas da Flórida seria ao menos 2.000 anos antiga que além das pirâmides conhecidas.

ENCONTRAM-SE OUTRAS PIRAMIDES SUBMARINAS

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 Em 1977 fizeram um descobrimento misterioso sobre o chão do Atlântico em relação com uma tecnologia desconhecida. Trata-se de uma pirâmide de 650 pés, misteriosamente iluminada, rodeada por água branca, que se voltava de cor verde intenso, um contraste chocante com águas negras escuras dessa profundidade. 
A descoberta foi fotografada pela expedição Arl Marahall, fora das costa de Cayo Sal.


Informaram que outra pirâmide enorme, a uns 10.000 pés nas águas do Atlântico, com um cristal palpitante em cima, foi encontrada pela expedição de Tony Benik. O grupo também encontrou uma tabuleta de cristal opaco no mesmo lugar, e informou que quando se apontava a luz através dela, se voltaram visíveis misteriosas inscrições. 

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 Outras pirâmides embaixo da água se encontravam fora das costas de Centra-América, Yucatan e Luisinana, e no Estreito de Florida se encontraram também cúpulas.
 Um edifício de mármore de estilo grego se encontrou entre Flórida e Cuba. E, que dizer da coluna que irradiava energia que o Dr. Zink encontrou nas Bahamas?
Zink também recolheu artefatos durante seus imersões na Atlântida, e foi entrevistado por Steve Forsberg, agente de Mind Internacional.
Outras pirâmides foram exploradas pelo Dr. Ray Brown no fundo do mar em frente à Bahamas em 1970. Brown esteve acompanhado por quatro buzos que também encontraram caminhos, cúpulas, edifícios retangulares, instrumentos metálicos não identificados, e uma estrutura que sustem um misterioso cristal que contem pirâmides em miniaturas.
Os dispositivos de metal e cristais foram levados para Flórida para ser analisados em uma universidade. Descobriu-se que o cristal amplificava a energia que o atravessava.

A ESFERA DE CRISTAL DO DR. RAY BROWN

Em 1979, o Dr. Ray Brown, um médico naturopata de Mesa, Arizona, foi andar com uns amigos as ilhas de Bari nas Bahamas, próximo a uma região popular conhecida como a Língua do Oceano (isso foi representado no programa de televisão “In Search Of Atlantis”, em 1979).
Durante uma de suas imersões, Brown se separou de seus amigos, e enquanto a buscava se surpreendeu ao encontrar-se com uma estranha forma de pirâmide com que fazia reflexo na luz da água.
Ao investigar mais a fundo, Brown lhe surpreendeu sua suavidade e o parecia a um espelho que era a superfície de toda a estrutura com juntas quase imperceptíveis entre os blocos individuais.
Nadando ao redor da pedra angular, Brown descobriu uma entrada e decidiu explorar o interior.
Ao passar por um corredor estreito, Brown finalmente chegou a uma sala retangular pequena com um teto em forma de pirâmide.
Assombrou-lhe totalmente que nas paredes internas da sala não tinha crescido nem algas nem corais. 

Estavam completamente impecáveis!.

Além disso, que Brown não tinha levado nenhuma lanterna com ele, podia ver tudo na habitação. A habitação estava bem iluminada, mais não se via nenhuma fonte de luz direta. 
Chamou a atenção de Brown uma vareta metálica de cor de latão de três polegadas de diâmetro que acertava desde o vértice do centro da habitação e em cujo final estava atada uma gema vermelha de multiplicas faces, afilada, que terminava em uma ponta.
Diretamente debaixo desta verta e da gema, no centro da habitação, se encontrava uma base de pedra lavrada, rematada por uma placa de pedra com bordas enroladas. No prato tinha um par de mãos talhadas de metal cor de bronze, de tamanho natural, que pareciam enegrecidas e queimadas, como se tivesse sido exposta a um tremendo calor.  
Protegido nas mãos, localizado a quatro pés diretamente debaixo da ponta da joia, feita do barro do teto, tinha um esfera de cristal de quatro polegadas de diâmetros.
Beown tratou de relaxar a vareta do teto e a gema preciosa vermelha, mais nada se movia. 
Voltando a esfera de cristal, se encontrou para sua surpresa, com que se separava facilmente dos receptáculos de mãos de bronze. Com a esfera de cristal em sua mão direita, saiu da pirâmide.
Quando saiu, Brown disse que sentiu uma presença invisível e escutou uma voz que lhe dizia que nunca voltasse.

5000 ANOS ATRÁS NO TEMPO

Dizem que os chineses possuiem alguns dos documentos mais antigos e primitivos conhecidos pelo homem, que o Professor Li Hongzhi no Zhuan Falun tem dado a seguinte explicação no que respeita o descobrimento de uma civilização pré-histórica:  

Na terra existe os continentes da Ásia, Europa, América do Sul, América do Norte, Oceania, África e o continente da Antártida, que os científicos da geologia geral, chamam “placas continentais”. Pode dizer que além da grande quantidade de terra continental que subiu na parte superior desde o fundo do oceano, também houve uma grande quantidade de terra que se fundiu até o fundo do mar, situação  que é estável desde há dezenas de milhões de anos. Mais no fundo do mar tem sido encontrados uma série de edifícios muitos altos e grandes, com minuciosos esculpidos, não pertencente a herança cultural da humanidade moderna, pelo que seguramente os edifícios foram construídos antes de fundir-se no fundo do mar.

Parece que estamos vendo os resultados de um evento cataclísmico de alteração da Terra, que resultaram no aumento do nível do mar e perda de muitas civilizações costeiras.


Os científicos sabem mais sobre a superfície da Lua que sobre as profundidades dos oceanos da Terra. Talvez devessem seguir o exemplo de James Cameron, (diretor do filme Titanic), e começar a perguntar-nos mais sobre o que realmente se contra lá embaixo – talvez inclusive explorando nós mesmo.


Fonte

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