As previsões apocalípticas de Newton: o mundo acabará em 2060?

A  Universidade Hebraica de Jerusalém n  trouxe à tona manuscritos de  Isaac Newton que revelam uma faceta surpreendente do cientista, que indica que o mundo terminaria no ano 2.060.

Predições apocalípticas de Newton
Predições apocalípticas de Newton

Predito o considerado pai da Física, Isaac Newton apontou em uma carta de 1704, qual seria a data do fim do mundo com base nos textos do livro bíblico de Daniel. Conforme especificado neste escrito “O mundo está programado para terminar em 2.060, exatamente 1.260 anos após a fundação do Sacro Império Romano.”

A carta escrita por Isaac Newton

Newton comenta no manuscrito que realiza esses cálculos não tanto para saber a data do fim do mundo, mas para silenciar a onda de pregadores que, em seu tempo, previram um Apocalipse vindouro “e que fazem cair as sagradas escrituras no descrédito quando suas profecias falham ”.

Manuscrito newton
Manuscrito newton

No entanto, há que esclarecer que, de acordo com as suas palavras escritas neste documento: «Pode terminar mais tarde, mas não vejo razão para o terminar mais cedo. […] Menciono isso não para afirmar quando chegará o tempo do fim, mas para acabar com as conjecturas temerárias dos homens extravagantes que freqüentemente predizem o tempo do fim e, ao fazê-lo, revelam as sagradas profecias com o mesmo muitas vezes e, claro, no final eles falham.

Manuscrito assinado por Newton
Manuscrito assinado por Newton

Essas notas, junto com outra série de documentos escritos pelo cientista britânico, fazem parte de uma exposição na Universidade Hebraica de Jerusalém. A carta em questão é exibida ao público pela primeira vez desde 1969, como parte de uma exposição intitulada ‘Os segredos de Newton’, anunciou a Universidade em um comunicado.

Isaac Newton
Isaac Newton

Em 1983, os manuscritos começaram a ser estudados, para o qual foi fundado o Projeto Newton, na Inglaterra, comissão encarregada de analisar e decifrar o legado textual do físico. São textos que revelam um aspecto da vida do grande físico até então desconhecido: sua paixão pela Bíblia, livro ao qual dedicou 55 anos de estudos, já que supunha que nele encontraria as leis divinas do Universo. .

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